A Arca Blog

Por dias de vinho e rosas…

Arquivo para a categoria: ‘Projetos’

Antena WiFi biquad com antena SKY

por migx Em 17 de agosto de 2009, segunda-feira14 Comentários
Categorias: • CiênciaGambiarraProjetosTecnologia • Tags: • AntenaAntenas Caseiras

mounted

Entusiastas do wireless vêm transformando antenas a anos. Estabeleceram uma marca de mais de 200 km, usando velhas parabólicas de 3m. O que é muito se comparado com os modernos pratos, tipo sky. O prato parabólico permite focalizar a ondas de rádio para uma antena direcional. É utilizada uma antena biquad, pois é bastante tolerante a erros de montagem e tem um rendimento muito bom. No final a biquad é acoplada a uma velha sky e… eureka, conseguiram detectar APs a mais de 12km. Leia mais »

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Vaticano admite: “pode haver vida inteligente em outros planetas”

por migx Em 17 de junho de 2008, terça-feira15 Comentários
Categorias: • AstronomiaCiênciaHistóriaProjetos • Tags: • AcupunturaPiadas

É pessoal, não deu mais pra segurar.

O Vaticano, centro do catolicismo, admitiu que pode haver vida inteligente em outros planetas.
Isso nos leva a várias reflexões. O que poderia ter levado a igreja católica a reconhecer tal possibilidade tão insólita?

Na minha humilde opinião, eles sabem de alguma coisa.
O quê?
Sei lá! Alguma descoberta cientí­fica que pode ser revelada em breve, alguma coisa que já sabem a muito mas está para vir a tona, tiveram um contato… o papa foi abduzidio, sei lá meu, pense ai e tire suas conclusões!

Veja o artigo da BBC:

O diretor do observatório astronômico do Vaticano, padre José Gabriel Funes, afirmou que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito como criou o universo e os homens. Leia mais »

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Reino unido abrirá arquivos sobre OVNIs

por migx Em 16 de janeiro de 2008, quarta-feiraComente
Categorias: • CiênciaHistóriaProjetosÚltimas • Tags: • Acupuntura

O Ministério da Defesa britãnico pretende abrir gradualmente ao público nos próximos meses seus arquivos secretos sobre aparições de Objetos Voadores Não Identficados (Ovnis), segundo relatos publicados na imprensa local.

De acordo com o jornal The Observer, a intenção do governo é acabar com as especulações sobre as supostas informações secretas relacionadas ao tema. Leia mais »

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Para conhecer malhor a Veja

por migx Em 11 de julho de 2007, quarta-feiraComente
Categorias: • DesenvolvimentoHistóriaPolíticaProjetos • Tags: •

A arte de escrever, Lição 1:
Esqueça o Manual de Redação

 

Olavo de Carvalho

 

Como alguns leitores têm-me pedido conselhos sobre a arte de escrever, decidi tirar da gaveta estas observações que redigi seis anos atrás para um curso que tinha o tí­tulo, precisamente, de Ler e Escrever, e í s quais nada tenho a acrescentar:

 

I. A circular da redação de Veja, reproduzida no número de julho de 1992 do Unidade, jornal do Sindicato do jornalistas de São Paulo, constitui uma amostra do estado de inconsciência quase hipnótica em que vão mergulhando a cada dia, impelidos pela mecãnica do ofí­cio, os nossos melhores profissionais de imprensa.

 

O documento, uma lista de 27 regrinhas baixadas pela chefia com o propósito de “combater ví­cios de linguagem”, é apresentado pelo jornal do Sindicato como um sinal de saúde: uma prova de que Veja, no auge da fama, não perdeu a cabeça e ainda é capaz de autocrí­tica.
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Nova antena de lata (Sinhantena)

por migx Em 16 de abril de 2007, segunda-feira139 Comentários
Categorias: • CiênciaGambiarraProjetosTecnologia • Tags: • AntenaAntenas CaseirasFaça você mesmo

Por Alex Moreira. stract@gmail.com

Sinha`ntena – antena 2.5Ghz – wireless

Fala-se
muito na intenet sobre construir antema wireless a partir de uma lata
de Pingles. Como eu sou Brasileiro e MEIO anti-USA, então fiz minha antena a partir de uma lata de óleo de soja não transgenica, e com um nome muito propricio.

Sinhá… Assim nasceu a Sinha`ntena

Segue o passo-a-passo.

Material:
1 conector N externo
1 lata de óleo de soja Sinha vazia
fio 4.00 mm
solda
Alicate, ferro de solda, etc….

Passo 1.

Limpe bem a lata, e abra corretamente uma das extremidades da lata tendo cuidado para não ficarem pontas que podem cortar a sua mão.
Faça um furo a  1/4 da do fundo da lata como ilustrado no desenho abaixo.

foto4

Passo 2.

Solde um pedaço de 3cm de fio rigido no conector N externo como mostra a figura abaixo.

foto9

Passo 3.

Encaixe o conector no furo feito na lata e prenda com parafusos de porca.

 

foto8

Conector preso com pop.

Esta pronto.. agora é so conectar seu pig tail na antena e no seu cartao ou placa. Ou ate mesmo um cabo coaxial RGC213 pra colocar sua natena em um local mais apropriado.
A minha sinha’ntena eu coloquei na janela mesmo.. deu visada perfeita pra torre onde eu recebo sinal do meu provedor.

foto12

Para minha surpresa, o ganho de sinal com esta antena foi excelente. Muito melhor do que as feita com latas de batatas. Isto porque o diametro da lata e o seu  comprimento são apropriados para a frequencia. Por isso, tome cuidado ao fazer esta antena com latas de outros tamanhos. Procure uma lata que tenha +/- 20cm de cumprimento e +/- 10 de diametro. Medidas diferentes desta poderão ter ganhos de sinal muito baixo.

Bom, é isso..

Caso alguém queira compartilhar comigo seus sucessos ou fracassos: stract@gmail.com

Alex Moreira.

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Entenda, de A a Z, por que a gordura transversa é a pior de todas

por migx Em 14 de outubro de 2006, sábadoComente
Categorias: • MatemáticaProjetosSaúdeVida boa • Tags: • Contos

FLíVIA MANTOVANI
da Folha de S. Paulo
IARA BIDERMAN
Colaboração para a Folha de S. Paulo

O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de “gordura do mal”, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans.Essa gordura entra na composição de diversos alimentos, do bolo da padaria ao biscoito “água e sal”. Seu uso deixa esses produtos mais crocantes, sequinhos, duráveis e apetitosos. Mas, além de aumentar os ní­veis do “mau” colesterol, a gordura trans também diminui a quantidade do “bom”.A solução seria banir a trans da alimentação, como sugerem os nomes de organizações não-governamentais como a Ban Trans Fat e a Trans Free America? Na vida real, as coisas não funcionam assim. A questão não é abolir, mas tentar reduzir ao máximo o consumo de gordura trans. A dificuldade é saber quais alimentos a contêm e em qual quantidade. Para tentar resolver esse problema, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária) determinou que, a partir de 1º de agosto de 2006, as empresas devem especificar nos rótulos o teor de gordura trans de seus produtos.Aícidos graxosSão os principais componentes das gorduras (lipí­deos). Quando digeridas, as gorduras fornecem ao organismo energia e ácidos graxos. Estes podem ser do tipo monoinsaturados, poliinsaturados, saturados e trans (gerados, basicamente, no processo industrial de hidrogenação de óleos vegetais mas existentes, em pequena quantidade, em carnes, leite e derivados).BBiscoitosBiscoitos doces e salgados são ricos em gordura hidrogenada e, conseqí¼entemente, em ácidos graxos trans. Até os populares “água e sal” e “cream cracker”, muitos consumidos por quem quer fazer dieta ou ter uma alimentação saudável, são ricos nesse tipo de gordura –mais ainda do que os biscoitos recheados.CCãncerSegundo Glaucia Maria Pastore, professora de bioquí­mica dos alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), há evidências na literatura cientí­fica de que o consumo excessivo de ácidos graxos trans pode estar relacionado a uma maior incidência de cãncer de mama.O endocrinologista Antonio Carlos Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica que, embora ainda não existam estudos conclusivos, suspeita-se que o ácido graxo trans altere o funcionamento da parede celular, principalmente das artérias (nas quais o colesterol produzido pelas gorduras se deposita), o que pode gerar alterações anormais nas células.DDiets e lightsUma das preocupações dos médicos em relação í  gordura trans é que ela está oculta em grande parte dos alimentos industrializados e é consumida inadvertidamente. O chocolate diet, por exemplo, é indicado para diabéticos por não conter açúcar, mas pode ter uma quantidade igual ou maior de gordura do que o chocolate convencional. “Ao retirar o açúcar, o chocolate fica com sabor e consistência menos agradáveis. A gordura hidrogenada [que gera ácido graxo trans] melhora esses dois aspectos, por isso pode ser utilizada em vários desses produtos”, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. Pela legislação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária), os produtos light são os alimentos com redução mí­nima de 25% de determinado nutriente ou caloria. Se a redução é na quantidade de gorduras em geral, conseqí¼entemente conterão menos ácidos graxos trans.EEstudosNo Brasil e no mundo, ainda são poucos os trabalhos que especificam a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos. Segundo a nutricionista Vera Lúcia Chiara, professora do Instituto de Nutrição da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), as tabelas nacionais de composição de alimentos não trazem o teor de gorduras trans que eles possuem. “Há tabelas com esses valores nos Estados Unidos, mas elas são antigas. Além disso, a quantidade de trans nos produtos muda de uma região para outra.” Chiara analisou o teor de trans em alguns alimentos produzidos no Brasil, como sorvetes, biscoitos e batatas frita.FFast foodA gordura trans é utilizada para preparação de alimentos nas redes de fast food porque, além de ser mais durável, “tem uma estrutura que conserva melhor o alimento e o deixa mais atraente. í‰ por isso que a batata frita fica mais dourada e parece mais crocante do que a feita em casa”, diz Artur Cotrim Guimarães, chefe do departamento de prevenção do Hospital Pró Cardí­aco. Nos EUA, a organização não-governamental Ban TransFats.com processou a rede McDonald’s pelo descumprimento de uma promessa, feita em 2002, de cortar drasticamente a utilização de gordura trans.GGrávidas e criançasDe acordo com a nutricionista Vera Lúcia Chiara, uma questão que está sendo muito debatida é se gestantes e crianças devem consumir gordura trans. “Os ácidos graxos trans competem com um tipo de gordura insaturada, o ácido linoleico, que nosso organismo não produz. Isso atrapalha a produção de outras gorduras que são essenciais ao desenvolvimento neurológico do feto e da criança”, explica a nutricionista.HHidrogenadaA gordura hidrogenada é produzida, por meio de um processo industrial, a partir de óleos vegetais ricos em ácidos graxos poliinsaturados. “A hidrogenação parcial [reação do óleo com hidrogênio] torna o óleo mais consistente, que passa de lí­quido a pastoso ou sólido. Esse processo gera ácidos graxos trans”, diz o engenheiro quí­mico Homero Souza, gerente de pesquisas e desenvolvimento do grupo Agropalma. A gordura hidrogenada tem larga utilização industrial: entra na composição de bolos, pães, congelados, entre outros produtos.IInsaturada e saturadaOs ácidos graxos insaturados são as gorduras mais saudáveis que existem. Eles podem ser divididos em monoinsaturados (cujas maiores fontes são o azeite de oliva, o óleo de canola e o abacate) e poliinsaturados –o ômega 3, presente principalmente nos peixes de água frias, e o ômega 6, encontrado nos óleos vegetais, com exceção dos de coco, cacau e palma (dendê).Já os ácidos graxos saturados são considerados, ao lado da gordura trans, os mais prejudiciais í  saúde. As maiores fontes desse nutriente são os alimentos com gordura animal (como carne, leite e manteiga). Os únicos vegetais que possuem esse nutriente são os óleos de palmeira e de coco.O consumo elevado de gorduras saturadas aumenta o colesterol total e o LDL (colesterol ruim). De acordo com a nutricionista Liliana Bricarello, as novas diretrizes do National Cholesterol Education Program e da American Heart Association aconselham que a ingestão desse tipo de gordura não ultrapasse 7% do valor calórico diário total.LLDL/HDLArtur Cotrim Guimarães, do Hospital Pró-Cardí­aco, do Rio de Janeiro, explica que, no processo de digestão, a gordura se transforma em pequenas partí­culas e se liga a proteí­nas, formando lipoproteí­nas, que podem ser de baixa densidade (LDL, do inglês Low Density Lipoprotein) ou alta densidade (HDL, High Density Lipoprotein). As de baixa densidade aderem í s paredes das artérias, gerando mecanismos inflamatórios que aumentam os coágulos e, cumulativamente, formam placas que obstruem as artérias. Ou seja, estão diretamente relacionadas aos problemas cardiovasculares, por isso o LDL é chamado de mau colesterol. O HDL é considerado bom porque as lipoproteí­nas de alta densidade “ocupam” o espaço das LDL, diminuindo sua quantidade no organismo. Os ácidos graxos trans, além de aumentar a quantidade de LDL, diminuem a de HDL.MMargarinaPor ser produzida a partir de óleos vegetais, ricos em ácidos graxos insaturados, já foram consideradas uma melhor opção í s gorduras de origem animal (como a manteiga), fontes de ácidos graxos saturados, que produzem o mau colesterol. “Mas hoje, sabemos que o óleo vegetal, ao ser hidrogenado para criar a consistência da margarina, transforma a gordura vegetal em gordura ruim, a trans”, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. O processo de hidrogenação é a forma mais barata de produzir cremes vegetais (pastosos) a partir dos óleos (lí­quidos), por isso é o mais utilizado pela indústria.NNaturalA maior parte dos ácidos graxos trans é produzida no processo industrial de hidrogenação. Mas esses também existem “na natureza”, em alimentos como carne de animais ruminantes, leite e derivados, conta o engenheiro quí­mico Homero Souza. “Porém, a quantidade de ácidos trans nesses alimentos é mí­nima. Nesses casos, a preocupação é com as gorduras saturadas”, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário.Oí“leos vegetaisAs gorduras de origem vegetal são insaturadas. São a base para a fabricação das gorduras hidrogenadas, mas, em estado lí­quido, não contêm ácidos graxos trans. Ou seja, o óleo vegetal de uso caseiro (“óleo de cozinha”) não contém gordura trans.PPreparação caseiraQuando um produto que contém ácidos graxos trans (certas margarinas, por exemplo) é utilizado para a preparação de alimentos em casa, nem a quantidade dessa substãncia nem a sua ação no organismo são alteradas, diz Glaucia Maria Pastore, da Unicamp.QQuantidade máxima recomendadaPor não ser necessária ao organismo, não há um valor recomendado de gordura trans a ser ingerida –o ideal é consumir o mí­nimo possí­vel. “Não é como as fibras ou os carboidratos, para os quais há um valor diário recomendado”, diz Antonia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. Como cada grama de gordura equivale a nove calorias, um adulto que consome 2.000 calorias diárias não deveria ultrapassar 2 g de gordura trans (o equivalente a menos de 100 g de biscoitos recheados).RRótuloAtualmente, não adianta procurar no rótulo dos alimentos a quantidade de gordura trans que eles possuem. Somente a partir de 1º de agosto de 2006 as empresas serão obrigadas a especificar, além do teor total de lipí­deos e de gorduras saturadas, a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos que fabricam. A determinação foi regulamentada pela RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) número 360, da Anvisa, que entrou em vigor em dezembro de 2003.Por enquanto, o que é possí­vel fazer é verificar no item “ingredientes” do rótulo se há a indicação “gordura hidrogenada” ou “parcialmente hidrogenada” ou “óleo vegetal hidrogenado” ou “parcialmente hidrogenado”. Se houver, é gordura trans na certa.SSubstitutosAlgumas embalagens de alimentos já trazem, no campo “ingredientes”, os dizeres “gordura interesterificada”. Isso significa que os ácidos graxos presentes no produto passaram por um processo chamado interesterificação, que solidifica os óleos vegetais sem que esses tenham de ser hidrogenados. “í‰ um processo mais novo do que a hidrogenação. A tendência é que ele comece a ser utilizado com mais freqí¼ência pela necessidade de encontrar uma alternativa í  trans”, diz Glaucia Pastore, da Unicamp. Segundo ela, a outra saí­da é usar, durante o processo de hidrogenação, o óleo de palma, que não forma ácidos graxos trans.TTransversosA designação “trans” vem de “transversos”. O nome diz respeito í  ordem da cadeia de átomos do ácido graxo. Segundo o engenheiro quí­mico Homero Souza, é uma ordem pouco freqí¼ente na natureza e praticamente inexistente em óleos e gorduras vegetais não refinados.UUtilidadeA gordura trans faz mal í  saúde, mas traz uma série de vantagens para a indústria alimentí­cia. Por ser sólida, ela é mais fácil de ser utilizada do que o óleo vegetal lí­quido. Além disso, valoriza o aspecto dos alimentos. Pães e massas folhadas, por exemplo, ganham uma aparência mais dourada. “í‰ um tipo de gordura mais fácil de trabalhar e de estocar, tem menor probabilidade de oxidação e não é tão perecí­vel. Por isso os fabricantes gostam dela”, diz a nutricionista Mariana del Bosco Rodrigues, co-responsável pelo departamento de nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).ZZero TransNos Estados Unidos, organizações como a Ban Trans Fats e a Trans Free America se mobilizam para que a indústria alimentí­cia reduza a quantidade de trans nos produtos que fabrica.No Brasil, algumas indústrias retiraram os ácidos graxos trans de suas margarinas. Becel, Doriana, Claybom, Delicata e Qualy Light são alguns exemplos de produtos sem trans.

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Amazônia SA?

por migx Em 6 de outubro de 2006, sexta-feiraComente
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Meu Deus, não é que era verdade?

Agora não se trata de mapa falso da Amazônia em livro escolar inexistente rolando na internet, em e-mails suspeitos e sites desconhecidos. Agora a ameaça é real. Saiu na Globo, no Bom dia Brasil.

Apesar do desmentido capenga, está bem claro que o ministro britãnico do Meio Ambiente, David Miliband, tem o apoio do premier, Tony Blair, para um plano oculto de privatizar e internacionalizar a NOSSA Amazônia.

Antes de Blair, como é sabido, a premier Margaret Thatcher, que desencadeara a fúria da privataria na Grã-Bretanha, chegou a declarar sobre a dí­vida externa do Brasil e outros paí­ses em desenvolvimento: “Eles têm de pagar de qualquer jeito. Se não tiverem dinheiro, que vendam o que tiverem – terras, bens, tudo!” Thatcher saiu, mas Blair, que enfiou a “terceira via” na cabeça vazia de FHC, retoma a idéia.

Ou o Paí­s vota contra o PSDB, contra os Alckmin, os Serra e os FHC, ou corre o risco de ficar sem a Amazônia.

O pior é que as prometidas privatização e internacionalização da Amazônia soam quase como desdobramento natural do programa do PSDB, com a polí­tica externa anunciada pelo candidato Geraldo Alckmin – a da submissão aos interesses dos paí­ses ricos, com o abandono da atual polí­tica externa independente. Até porque a retomada das privatizações, interrompidas pelo governo Lula, é promessa formal do tucanato.

Internacionalização mais privatização Voltemos ao fato concreto do projeto dos paí­ses ricos, há muito suspeitado. Você pode ler tudo, no original (em inglês), no “Daily Telegraph”, um dos maiores jornais britãnicos, pelo próprio editor polí­tico Patrick Hennessy. Ele expõe o “esquema extraordinário pelo qual a floresta amazônica se tornará um `trust’ internacional e suas árvores serão vendidas a indiví­duos e grupos”. Acrescenta: “Os planos para a `privatização’ em larga escala foram levados í  reunião do México pelo ministro do Meio Ambiente, David Miliband”.

Pelo jeito, não se esperava a dura reação do Brasil. Mas Hennessy enfatizou que “o esquema é apoiado por Blair e se destina a proteger as plantas e a vida selvagem contra o desmatamento, pois 13 milhões de hectares das florestas do mundo são perdidos anualmente com o desmatamento”. Não é ação isolada de Londres: reunião dos paí­ses ricos (G8) em 2005 encarregara a Grã-Bretanha de “liderar os programas de mudança climática”.

Conforme o texto do “Telegraph”, os planos foram levados por Miliband a
Monterrey, onde se reuniram ministros de 20 dos maiores paí­ses consumidores de energia. A idéia central, atribuí­da ao ex-ministro Frank Field, deputado do partido do primeiro-ministro, “entusiasmou Blair e Miliband porque `conquistaria a imaginação do mundo’ e `uniria a comunidade internacional’”.

“Acionistas” serão os novos donos O editor polí­tico Hennessy ainda não sabe com que receita-mágica Blair e Miliband vão impor tal insanidade a paí­ses como “o Brasil, onde fica quase toda a floresta amazônica”. Citando as autoridades do governo britãnico, ele reconhece haver o que chama eufemisticamente “questões de soberania”. Diz que serão negociadas” com o Brasil. Com o governo Lula é pouco provável. E com o
PSDB?

“O plano envolveria a criação de um organismo mundial para comprar a floresta antes de ser criado o `trust’ que venderia as árvores (madeira). Os compradores seriam `acionistas’ da floresta” – afirma o jornal, que ainda cita como figura-chave nos bastidores da trama o tal Johan Eliasch, multimilionário homem de negócios nascido na Suécia e tesoureiro-adjunto do Partido Conservador. No iní­cio do ano, diz, Eliasch comprou 400 mil acres da Amazônia por uns 8 milhões de libras.

No México o secretário-executivo do Meio Ambiente, Cláudio Langone, já avisou Miliband que o Brasil repele o plano. Tasso Azevedo, diretor do Serviço Florestal Brasileiro, considerou a idéia absurda, pois “75% da região pertencem ao Estado”. O plano brasileiro contra o desmatamento, disse í  “Folha de S. Paulo”, pode ser ajudado de várias formas, mas nunca com privatização da floresta.

Retrocesso na polí­tica externa?
Como privataria é a marca do PSDB, o que virá se por um desatino encorajado pela atual fúria golpista na grande mí­dia esse partido voltar com sua obsessão privatista? O guru de Alckmin, Luiz Carlos Mendonça de Barros (presidente do BNDES no governo FHC), disse í  revista “Exame” que “ainda há muita coisa a ser privatizada”, inclusive Petrobras, setor elétrico, serviços portuários, estradas de rodagem, etc.

Terá o Paí­s esquecido a histeria dos abutres do “Utererê” na entrega do
patrimônio (com dinheiro do BNDES) por bilhões aquém do valor e comissões para apaniguados? Esqueceu a Vale, Telebrás, controle da telefonia pelos ladrões da WorldCom, entrega de empresas de energia aos vigaristas da Enron? Segundo FHC, o dinheiro da privatização ia reduzir a dí­vida interna. Ela dobrou, foi a 57,7% do PIB. Sem privatizar nada Lula, pôde reduzi-la a 51% do PIB.

O retorno í  privataria seria coerente com a polí­tica externa anunciada por Alckmin no jornal “Valor Econômico”: “Maior prioridade aos paí­ses ricos”, volta aos “valores tradicionais”. Para ele a polí­tica externa atual parte de “visão equivocada do mundo”. Ele quer o Brasil em marcha a ré para a insignificãncia na cena internacional. E com a Amazônia entregue a “acionistas” – internacionalizada e privatizada.

Da Tribuna da Imprensa
Duelo eleitoral PT x PSDB
Vote no PSDB para entregar a Amazônia

Alckmin, o candidato tucano
Vote no PSDB para entregar a Amazônia
Por Argemiro Ferreira.

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E o dia passou…

por migx Em 3 de outubro de 2006, terça-feiraComente
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E não é que o dia chegou?

Pois é. Chegou, passou e o bonde segue em frente.

Segundo turno.

Vamos ver agora, com debates e uma discussão mais ampla, qual vai ser a decisão do povo.

Povo este que está aprendendo a viver em democracia.

Ficou indignado com a não presença do meu candidato, Lula, no debate e mandou seu recado.

Povo que deu seu apoio, ainda que tí­mido ao Cristovam, um candidato sério e com uma proposta segura para o Brasil do futuro.

Vamos confirmar a sabedoria do povo no dia 29.

O Brasil, como dizia Renato, é o paí­s do futuro.

Mas o futuro começa hoje!

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  • Episódio final de “Coração de Metal”

    Fim da saga de Julian Kraf. Conseguirá evitar o desastre?

    Não perca o emocionante final no site: www.aarca.com

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  • Coração de Metal – comaça uma nova aventura.

    Novo episódio publicado no site. Primeira parte, de três, da história “Coração de Metal”, uma empolgante história num futuro não tão distante. http://www.aarca.com

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  • e-escolha – capítulo II

    Segundo episído da saga.
    As coisas se complicam, com o deaparecimento das crianás e o surgimento de um grupo de fanáticos.
    Uma empolgante aventura num futuro próximo, numa Brasí­lia em tempos de holocausto quí­mico.

    Não perca.

    http://www.aarca.com

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  • A Casa na Montanha

    Um conto carregado de mistério, suspense, sonhos e criaturas sobrenaturais. Em algum lugar, no interior de Santa Catarina, espíritos ancestrais precisam fazer contato.
    http://www.aarca.com

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  • Merkavah

    Merkavah, nova aventura, no univérso de “Um Futuro a Defender”, em um tempo entre “Senador” e a história do seriado propiamente dito. Um velho, um jovem e as mudanças nos rumos da história. http://www.aarca.com

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  • e-escolha – capítulo I

    Finalmente estreou no site, o e-escolha.
    Uma empolgante aventura num futuro próximo, numa Brasí­lia em tempos de holocausto quí­mico.

    Não perca.

    http://www.aarca.com

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  • “Senador”, novo conto no site.

    Novo conto publicado no site. Senador, uma aventura no espaço, no mesmo universo de “Um Futuro a Defender”, porém numa época incerta. Intrigas polí­ticas e personagens de nossa história nos levam ao iní­cio de um império. http://www.aarca.com

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  • Os cem erros mais comuns da lingua portuguesa

    Erros gramaticais e ortográficos devem, por princí­pio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. O primeiro capí­tulo deste manual inclui explicações mais completas a respeito de cada um deles. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.

    Isso e muito mais no site: http://www.aarca.com.

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  • Final da Aventura

    Saiu o episódio final da aventura “Um Futuro a Defender”, não deixe de ler, no site: http://www.aarca.com

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  • Novo episódio de “Um Futuro a Defender”

    Pessoal, está no ar o episódio 6 de “Um Futuro a Defender”.
    Não perca! A aventura começa a esquentar…

    http://www.aarca.com

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  • Os 20 verbos mais comuns em 7 idiomas…

    Rápido, fácil, eficiente e GRÁTIS!
    Não perca tempo!
    O curso “7 Idiomas em 1000 palavras” disponibilizou sua aula 2 no site: http://www.aarca.com.
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  • Aulas 00 e 01 disponí­veis no Mnemônica idiomas.

    Já estão disponí­veis as aulas 00 e 01 do curso Mnemônica (7 idiomas em 1000 palavras)
    Não deixe de aproveitar.

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